Quando chega este dia eu nunca me esqueço...
Pelos campos vou procurar os símbolos para o ramo da espiga...
Ali o vermelho da papoila, a alegria que mereço...
O malmequer amarelo, (o ouro ) o (branco,) a pratinha...
A espiga do trigo, e da cevada prospridade do pão para todo o ano...
O raminho da oliveira, o azeite para a comida temperar...
Alecrim, para a casa cheirar bem em todo o canto...
E o símbolo do vinho, para nas festas se festejar!...
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Quinta - Feira da Espiga, Tornada
Etiquetas:
malmequeres,
oliveira,
papoilas,
trigo
Local:
Caldas da Rainha, Portugal
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Ainda sobre o teu poema de homenagem a Mário Cesariny, publicado na Gazeta das caldas.
ResponderEliminarGostava que me dissesses se foi o surrelismo do poema em si, ou a mensagem que quisestes transmitir, através daquele, que te levou àquela opção?
Aproveitando este momento,deixo-te um pequeno Apontamento,e isto sem engano nem tormento.
Não me faças qualquer favor
Sabendo da tua boca desvelada
Rogo para que me digas tudo ou nada
Não desejo ouvir-te já
Porque quero ouvir-te melhor
Tu, pedra presiosa do melhor que há
Tens que estar muito acima de ti
Diz-me tudo!Sê a pessoa que tu és!
Quebra esse espelho que não se vê!
Victor Duarte