
Recebi o teu ramo de rosas vermelhas, meu amor...
Ainda orvalhadas,o meu olfacto embebi-a o seu perfume
Dentro do meu coração, sem os picos me causarem dôr
Os teus olhos negros,como a noite no seu expendor, senti ciúme!...
Ciúme, que outra mulher amá-se o fogo do teu olhar encantador.
Mas os teus braços enlaçaram-me as nossas bocas encontraram-se...
Tu repetias:- Amor...Amor...e, os picos das rosas diziam:-Nós somos o Amor
Amor priveligiado, que de manhã orvalhado, o abênçou e amaram-se!...
Sem medo, com entrega os nossos corpos rebolavam-se no orvalho da erva
E o meu coração batia fortemente,serei gente ou utopia?...
Mas cada pétala de rosa me dizia:- Ama, como mulher que pode ser eterna.
Na tua utopia, nada se governa por si só,façam amor, como se fosse magia!...
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