A meio da noite,lembrei-me de ti, quiz dedicar-te este poema...
Poema nascido de recordações, das noites hilariantes de amor.
Cheiro de acácias em flôr das espinheiras e jasmins perfume da Natureza!...
Pela janela semi-aberta sem qualquer pudôr dávamos gemidos sentidos de amor
Transpiravamos,não pensavamos, em nada só satifação,daquele louco amor a provocar a paixão
Deixávamos aberta a janela, o odor que entrava nela,apertava-me o peito
Talvêz o meu coração tão cego por te amar tanto,não quize-se crer na desilusão.
Um dia ela chegou, eu não abri mais a janela o perfume não mais entrou . Por despeito .
Estava enfeitiçada.Tu nos braços de outra gemias de prazer.Já não me tinhas amor.
Eu não acreditava,nas longas noites chorava, , agora sinto-me desgraçada...
Quando a paixão nos invade,não importa a verdade, não se vê, é subjectivo, dominador
Senti-me trocada de hoje em diante tenho a janela fechada. Sou uma flôr desfolhada!...
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
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