segunda-feira, 5 de abril de 2010

Amigos

Foi com muita alegria que encontrei o meu amigo "Zé Maria,"residente talvêz há trinta anos no Canadá, achei-o fantástico, sempre o mesmo sorriso, a mesma simpatia de quando era jovem, nessa altura chamavamos-lhe o "Pequenéco", não por ser muito baixo, mas porque era o mais novo, e todos os amigos lhe achavam muita graça (era uma alcunha carinhosa).Os olhos dele brilharam quando olhou para mim,não só por me ter visto, mas em mim ele reviu toda a época da nossa juventude, tão pura, tão alegre, tão castiça. Depois falámos acerca da nossa família, um dos filhos, é da idade do meu, em simultâneo perguntámos um ao outro pela ocupação, dos nossos rapazes, e curiosamente as suas vidas não eram assim tão diferentes uma da outra, demos uma gargalhada, afinal a viverem em países tão diferentes no seu espaço, economia, indústria, nível de vida, mas a juventude vive-se em qualquer parte do mundo duma maneira pouco diferente.Depois de um pouco de conversa,contou-me como o meu livro lhe tinha chegado às suas mãos, deu-me os parabéns, por uma sua conterrânea têr publicado um livro também ficou muito contente por lhe dizer que tinha um blog na internet. A sede de matar saudades da sua Terra é intensa, por isso quando encontra algo que diz respeito ao nosso País, fá-lo viver mais perto de nós assim como das nossas tradições que cá no nosso Portugal algumas já vão ficando esquecidas, lá no estrangeiro, recordam-nas e festejam-nas com muita saudade. Continua assim Zé Maria, não devemos menosprezar o que é nosso. Bem Hajas!...

1 comentário:

  1. Li com alguma atenção os teus comentários. e daí tirei uma conclusão, que só tu e apenas tu, poderás tirar qualquer ilação. Escreves muito sobre o amor que tens pelas pessoas,especialmente sobre os amigos, colegas e ex-colegas e com muito carinho e bastante ênfase
    sobre teu filho, o que acho bastante natural,contudo,o que não me parece muito natural é que escreves e falas pouco ou nada sobre o teu marido!!! Descupa a minha intromissão na tua vida particular, mas faz-me alguma confusão,tanto amor e carinho por tudo ou quase tudo e não inclúis o teu companheiro e pai do teu querido filho,Porquê??posso ter a ousadia de te perguntar?se decidires não responder,não fico aborrecido por isso.
    Um abraço, fraterno e amigo do teu colega de universidade: Victor Duarte

    ResponderEliminar