Se ao viveres a vida,
No teu percurso me encontrares,
Se eu estiver comovida,
Dá-me a mão, para me amparares!...
Porque eu sou o instrumento,
Da dor, da magia colorida,
Por onde passa o vento,
Nesta minha pobre vida!...
Não me quero lamentar,se possível sorrir,
O destino de cada um ninguém pode mudar,
As areias ocres, que podem surgir,
Vão todas beijar o buracos ao lado do mar!...
Não é meu desejo da Natureza ser coitada,
Se fôr rocha comida e com o musgo a brilhar,
Serei uma pobre coitada que durante a madrugada,
Toda molhada da onda salgada ,se vai aconchegar!...
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